Detalhe da novidade

  • Calçadistas brasileiros estarão presentes na colombiana IFLS

    22/07/2010


    Empresas nacionais apresentam suas coleções de verão na mostra de Bogotá

De olho no potencial do mercado latino-americano, onze empresas de calçados brasileiras irão apresentar suas novidades, para a temporada primavera-verão 2011, na 22ª edição da International Footwear and Leather Show (IFLS). As empresas desembarcam em Bogotá, na Colômbia, entre os dias 3 e 6 de agosto, mostrando as apostas da moda e do design brasileiro. A participação das marcas na feira calçadista é promovida pelo Brazilian Footwear - Programa de Promoção às Exportações de Calçados, desenvolvido pela Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados) em parceria com a Apex-Brasil (Agência de Promoção às Exportações e Investimentos), ligada ao Governo Federal, e organizada pela Francal Feiras.

A IFLS absorve nove mil metros quadrados nos pavilhões da Corferias e o público visitante - estimado em 12 mil pessoas - poderá conferir as novidades dos 400 expositores, que desfilam mais de 800 marcas dos principais polos colombianos, como Barranquilla, Bogotá, Bucaramanga, Cali, Cúcuta, Eje Cafetero, Medellín e Pasto, além do Brasil e México. Participam da mostra as grifes 'made in Brazil' Século XXX, Tryon, Pimpolho, Pampili, Tanara, Albanese, Pegada, Raphaella Booz, Pé com Pé, Grendene - com as marcas Rider, Ipanema e Grendha - e Walk Way.

Para a assessora de Marketing do Brazilian Footwear, Vivian Laube, a Colômbia é um destino importante para o calçado do Brasil, já que nos últimos anos, esse mercado registrou um aumento gradual, que chamou a atenção dos fabricantes como um mercado potencial. “A Colômbia é um mercado alvo do nosso projeto porque tem apresentado perspectivas crescentes na importação de calçados brasileiros. Além disso, a IFLS recebe visitantes de todos os países vizinhos, aumentando assim as possibilidades de negócios.”

As onze empresas brasileiras que participaram da última edição da IFLS, em fevereiro, incrementaram em mais de 5% o volume de negócios em comparação com o evento de fevereiro do ano passado. Durante a mostra, foram efetivadas vendas na ordem de US$ 388 mil, enquanto a perspectiva para os próximos doze meses é gerar mais US$ 2,135 milhões. “A feira realmente registrou mais movimento e está se tornando uma porta de entrada para a América Central”, aponta Vivian. O destino dos pedidos será, além da Colômbia, Equador, Peru, Porto Rico e Antilhas Holandesas.

Fonte: Exclusivo Online, publicada em: 21/07/2010


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